segunda-feira, 2 de abril de 2018

Top 25 Recomendações!





Olá! Há algum tempo que estou para escrever este post sobre algumas das leituras que gostaria de recomendar pessoalmente. Não tenho por hábito fazê-lo, mas acho que de vez em quando também é preciso. Assim, passo a apresentar o meu Top 30 dos livros que na minha opinião todos deveriam ter oportunidade de ler, pelo menos uma vez na vida:


1 - História de Uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar, de Luís Sepúlveda, que nos conta uma história de amizade entre dois seres diferentes que nos ensina a aceitar a diferença como elemento natural do mundo que nos rodeia;


 2 - Aparição, de Virgílio Ferreira, foi um livro que, apesar de debater filosofias existencialistas, me tocou por diferentes motivos, mas sobretudo no que diz respeito à dor da perda e ao processo do luto;


 3 - Very Good Lives, o famoso discurso de J. K. Rowling, que nos confronta com a dura realidade do pós-faculdade, aquele período em que andamos todos um bocado perdido, julgo eu; pelo menos foi o que senti (e ainda sinto!);


 4 - O Filósofo e o Lobo, de Mark Rowlands, uma narrativa sincera e sentida que nos leva a reflectir sobre a nossa relação com o mundo natural e connosco próprios enquanto seres humanos. Afinal, o que sabemos nós sobre as leis naturais?


 5 - The Christmas Magic, de Cathy Kelly, é uma maravilhosa colecção de contos sobre as vicissitudes e adversidades da vida que todas nós, mulheres, enfrentamos todos os dias e em todas as relações que mantemos com as pessoas que nos rodeiam. Relembra-nos que o importante é manter o espírito, sobretudo durante the most wonderful time of the year!


 6 - Sense and Sensibility, de Jane Austen, cujo estilo irónico reflecte bem a intenção crítica da autora face aos valores obsoletos da sociedade do seu tempo;


 7 - Pride and Prejudice, de Jane Austen, cuja sagacidade e frontalidade reflecte a possibilidade de superar diferenças de opinião e de valores, mas que também confronta a realidade da condição feminina durante o século XIX;


 8 - Little Women, de Louisa May Alcott, que nos ensina a olhar em volta e pensar em tudo o que a vida tem de bom; em como somos recompensados quando tomamos a atitude certa e em como nem tudo se resume aos bens materiais: a vida é muito mais do que isso; é a partilha, o encontrar esplendor nas pequenas coisas, é viver um dia de cada vez;


 9 - Peter Pan, de J. M. Barrie, uma das minhas histórias favoritas, embora já o tenha lido tarde; um dos eternos clássicos sobre a infância que relembra a importância da imaginação e do deslumbramento de descobrir o mundo;


 10 - The Hobbit, de J. R. R. Tolkien, a história de como a vida tranquila e rotineira de Bilbo Baggins foi interrompida por uma aventura extraordinária que o levou a descobrir-se capaz de fazer e dizer coisas completamente inesperadas; 


 11 - Alma Rebelde, de Carla M. Soares, um dos melhores romances históricos da literatura portuguesa contemporânea, que aborda a questão da condição da mulher e as consequências dos casamentos combinados, a ascensão social e a glória antiquada;


 12 - Harry Potter, de J. K. Rowling, incontornável e intemporal, a história do rapaz que sobreviveu à maior das crueldades contra todas as probabilidades e se tornou um herói para a comunidade de feiticeiros, que encantou uma geração e continua a deslumbrar miúdos e graúdos;


 13 - As Crónicas de Nárnia, de C. S. Lweis, um dos melhores clássicos da literatura infanto-juvenil cuja semelhança com os romance de cavalaria e a evocação da mitologia cristã, nos apresenta uma história fantástica de lealdade, fé e confiança;


 14 - A Saga das Pedras Mágicas, de Sandra Carvalho, uma das melhores sagas do high fantasy português, um género que começa agora a dar cartas, mas tem ainda muito por que lutar;


 15 - O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien, o grande fenómeno da literatura inglesa que me maravilhou aos vinte anos, uma das poucas narrativas que me transportaram para dentro da história;


 16 - A saga de Sevenwaters, de Juliet Marillier, onde mergulhamos numa viagem maravilhosa pelas tradições da Irlanda antiga, um misto de aventura e deslumbramento, tal como acontece nas restantes obras desta autora;


 17 - Crónicas da Terra e do Mar, de Sandra Carvalho, cujo intercalar de um dos momentos mais marcantes da nossa História com uma história fantástica e empolgante, fascinante do princípio ao fim;


 18 - Chocolat, de Joanne Harris, uma das trilogias mais envolventes sobre as tradições antigas daquilo a que tão levianamente chamamos magia, à msitura com os sabores e os sabores que se escondem por detrás da arte de fazer chocolate;


 19 - This is not the end of the Book, de Jean-Philippe de Tonnac, o qual conduz uma interessante conversa entre Umberto Eco e Jean-Claude Carrièr sobre o futuro e a sobrevivência do livro na era tecnológica em que vivemos;


 20 - A Lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez, uma narrativa que ilustra de forma eloquente o modo como as más experiências podem influenciar a nossa vida e como a perda pode ser dificil de compreender quando é impossível aceitar as razões que levaram a essa perda;


 21 - Teodora, de Luísa Fortes da Cunhas, uma das melhores histórias de fantasia em bom português: aventura, mistério, enigmas e tradição...vale mesmo a pena descobrir as maravilhas que se escondem por detrás do sétimo carvalho! 


 22 - O Cavalheiro Inglês, de Carla M. Soares, é um romance muito divertido mesmo atendendo à época a que alude, repleto de peripécias familiares, sociais, amorosas, enternecedoras e inquietantes, que acompanham o crescimento e desabrochar da protagonista face ao mundo que a rodeia;


 23 - A Filha do Barão, de Célia Loureiro, para além de realçar um dos grandes marcos da nossa História (as invasões franceses), é uma história de amor que retrata uma época em que a condição da mulher era, sob todos os aspectos, revoltante, e que insinua uma certa esperança na crença de um amor verdadeiro e duradouro;


 24 - A Livraria dos Destinos, Veronica Henry, tanto nos fala de amor e amizade como de perda e superação, honestidade e falsidade, repleto de personagens fielmente humanas, às quais é impossível ficar indiferente;


 25 - Os Imperfeitos, Cecelia Ahern, mostra-nos que o conceito de perfeição é ilusório, contraditório e inexistente. A alegoria perfeita para uma questão que, sinceramente, permanece por responder: o que é a perfeição? 

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